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Empreendedorismo

Metodologia  STEM+PBL

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A metodologia STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Artes) chega ao Brasil com a missão de transformar a educação e estimular o protagonismo dos participantes.  A aprendizagem STEAM promove a cultura do ‘fazer’ nas escolas. Assim é possível destacar quatro objetivos principais da metodologia, entre elas estão aprimorar a desenvoltura, experimentar a construção coletiva do conhecimento, exercitar o empreendedorismo sustentável de maneira lúdica e melhorar a relação entre mentores, pais e participantes.  Diante desta metodologia, o mentor ganha um novo papel, ele passa a incentivar a formação técnica. Para ensinar os participantes a desenvolverem projetos que resolvam problemas da vida real é preciso que os mentores sejam capacitados na área STEM.

Crianças e jovens são desafiados a todo momento, orientados e estimulados pelo mentor, vivenciam o  planejamento e a  implementação de projetos que possam impactar a comunidade na qual estão inseridos.
O desafio incentiva os participantes a usarem a tecnologia para aprender sobre física, aerodinâmica, design, fabricação, marca, gráficos, patrocínio, marketing, liderança/trabalho em equipe, habilidades de mídia e estratégia financeira. Aplicá-los de maneira prática, imaginativa, competitiva e empolgante.
Em programas como esse os participantes têm a oportunidade de ‘aprender fazendo’, pois são utilizadas várias ferramentas. É fundamental que o país repense seu modelo educacional e prepare nossos jovens para a competição global existente no mercado de trabalho.

O Professor como protagonista

Estimular a participação ativa, driblar distrações e conquistar a atenção dos participantes é um desafio para qualquer mentor. Por isso motivá-los a melhorarem suas performances e a desafiarem a si mesmos é necessário para que os participantes quebrem paradigmas e se tornem protagonistas da própria história. Mas afinal qual é o papel do mentor? Trabalhar de forma integrada com outras disciplinas, falar sobre programação, robótica entre outras tecnologias STEAM.

Como falar dessas tecnologias sem saber na prática como funcionam?  Especialistas na área de STEAM afirmam que é preciso que o mentor, neste momento, assuma que não é possível aprender todas as tecnologias num mundo que está em constante transformação.  Ele passa a ter um papel questionador que faz perguntas desafiadoras e provoca novas descobertas. O mentor tem a função de auxiliar os participantes a superarem seus medos e a desenvolverem ao máximo seu potencial.

Além disso, é importante que o mentor crie o hábito de dar um feedback constante aos participantes e orientem o melhor caminho que eles possam seguir.  Priorizar a comunicação também pode fazer a diferença num processo de mentoria. Assim como um bom empreendedor, um mentor precisa saber se comunicar e saber ouvir. É fundamental escutar os participantes e saber respeitar a opinião de todos. Propor encontros mais 

ativos, com resolução de problemas que envolvam projetos de Ciências ou Engenharia, pode ser introduzida pelo STEAM.

No ensino tradicional de Ciências, Matemática, Física, entre outras disciplinas, são ensinadas de forma individual sem que tanto os participantes quanto mentores façam a interconexão, entre elas.

Ao adotar a filosofia STEAM os mentores integram as disciplinas e passam a ver o ensino de forma única. Somadas a ela a tecnologia viabiliza diversas atividades e torna a aprendizagem dinâmica e mais atraente. Ambientes como museus, laboratórios e centros de pesquisa, assim como experiências veiculadas na TV ou Youtube podem incentivar a criatividade dos participantes, por exemplo, em competições de Robótica como First Lego Ligue (FLL) e a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) em que os participantes colocam em prática a metodologia do STEAM.

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